
BOM SENSO
Meishu-Sama em 25 de janeiro de 1949
Palavras e atos excêntricos devem ser vistos com desconfiança; entretanto, as pessoas geralmente dão muito crédito a tais coisas.
É preciso muita cautela.
Religiões egocêntricas, fechadas, que não mantêm relações com outras e que se isolam socialmente, também não são dignas de confiança.
A Fé é verdadeira quando não prejudica a lucidez e, ao mesmo tempo, desenvolve
a consciência de que sua missão é salvar a humanidade. (...)
A formação de homens perfeitos é um dos propósitos da Fé.
Evidentemente, não se pode exigir a perfeição do mundo, mas o esforço para consegui-la passo a passo deve ser a verdadeira atitude religiosa.
A consolidação da Fé faz com que a pessoa assuma uma aparência comum.
Isto significa que ela se identificou plenamente com a Fé.
Chega a tal ponto, que seus atos ou palavras jamais ferem o bom senso. Sempre inspira simpatia, sem dar indícios da religião a que pertence.
No seu contato com os outros, assemelha-se à suave brisa da primavera.
Suas maneiras são afáveis, modestas e gentis.
Deseja crescente bem ao próximo e trabalha em favor do bem-estar da comunidade.
Sempre afirmei e continuo afirmando: quem deseja ser feliz, deve primeiramente tornar feliz seus semelhantes, pois a Divina recompensa que disto provém, será a Verdadeira Felicidade.
Buscar a própria felicidade com o sacrifício alheio, é criar infelicidade para si mesmo.
É preciso muita cautela.
Religiões egocêntricas, fechadas, que não mantêm relações com outras e que se isolam socialmente, também não são dignas de confiança.
A Fé é verdadeira quando não prejudica a lucidez e, ao mesmo tempo, desenvolve
a consciência de que sua missão é salvar a humanidade. (...)
A formação de homens perfeitos é um dos propósitos da Fé.
Evidentemente, não se pode exigir a perfeição do mundo, mas o esforço para consegui-la passo a passo deve ser a verdadeira atitude religiosa.
A consolidação da Fé faz com que a pessoa assuma uma aparência comum.
Isto significa que ela se identificou plenamente com a Fé.
Chega a tal ponto, que seus atos ou palavras jamais ferem o bom senso. Sempre inspira simpatia, sem dar indícios da religião a que pertence.
No seu contato com os outros, assemelha-se à suave brisa da primavera.
Suas maneiras são afáveis, modestas e gentis.
Deseja crescente bem ao próximo e trabalha em favor do bem-estar da comunidade.
Sempre afirmei e continuo afirmando: quem deseja ser feliz, deve primeiramente tornar feliz seus semelhantes, pois a Divina recompensa que disto provém, será a Verdadeira Felicidade.
Buscar a própria felicidade com o sacrifício alheio, é criar infelicidade para si mesmo.
Meishu-Sama em 25 de janeiro de 1949

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